ROBO DE CARGAS PREOCUPA A LOS TRANSPORTISTAS BRASILEÑOS.

Los robos de carga produjeron perdidas a las transportistas brasileñas por mas de R$ 50.000.000 el pasado año.

En notas publicadas en la prensa de Rio de Janeiro se destaca que esta modalidad delictiva se ha cuadruplicado en los últimos años  y que en general los vehículos son encontrados, aunque no así su carga.

La nota extractada de la página Web de NTC, en portugués, informa del grave problema en Brasil.

Por otra parte los transportistas uruguayos vienen analizando este tema, no solo para el transito con Brasil sino también para el resto del Mercosur, pues el robo de mercaderías en las rutas es uno de los flagelos que con mas asiduidad se ha incrementado y en la mayor parte de los casos no se recupera tampoco el vehículo.

Fuente: Jornal do Commercio - 07-08/09/2003

Roubo de cargas, modalidade criminosa que, pelas estatísticas oficiais, vem crescendo desde 1996, quando passou de 1.198 registros no ano para 3.003. De lá em diante, aumentou até chegar a 4.275. no ano passado. Até julho deste ano, os registros chegaram a 2.394, ou mais que a metade dos verificados em 2002.

O Sindicato de Transporte de Cargas do Rio de Janeiro (Sindicarga) reclama que, no ano passado, as transportadoras perderam cerca de R$ 50 milhões em cargas que foram roubadas no Estado.

Iantorno explica que aproximadamente 95% dos veículos de carga roubados são recuperados, porque os bandidos geralmente estão interessados apenas na carga, e não nos caminhões. "Quando uma carga é roubada, dois bandidos ficam com o motorista até que a carga chegue no destino, para que ele não avise sobre o assalto. Depois, o motorista é solto e o caminhão, recuperado", conta.

O Sindicarga informa que, além da perda com os roubos, as empresas do setor têm seus custos elevados por causa desse tipo de crime. Hoje elas investem cerca de 15% do faturamento no chamado Gerenciamento de Risco (Cris), como prevenção. Dentro do orçamento, estão desde a aplicação do sistema de rastreamento instalado nos veículos até a utilização de escolta armada.

De acordo com o sindicato, as empresas costumam adotar estes cuidados e arcar com tais despesas porque as seguradoras não fazem cobertura total da carga trasnportada. Em geral, as empresas têm que cobrir uma diferença de 20% a 30% do valor total das mercadorias. Algumas cargas, que têm alto índice de roubo, não são  aceitas pelas seguradoras. As mercadorias mais visadas pelos bandidos são remédios, bebidas, alimentos e eletrônicos.

Segundo dados da Secretaria de Segurança, os roubos ocorrem com maior freqüência nas imediações das favelas Complexo do Alemão, Inhauma, Fazendimha, Antares e Rola. Garotinho aposta no efeito asfixia

O Secretário de Segurança, Anthony Garotinho, disse acreditar que a Operação Segurança e Paz, desencadeada no mês passado para asfixiar o tráfico de drogas nas favelas, ajuda a combater o roubo de cargas.-